terça-feira, 15 de maio de 2012

Desafio Pharmaton

Ano passado o Desafio Pharmaton tinha apenas a Run & Fun e a MPR, as duas maiores de São Paulo pelo número de atletas. Neste ano, a empresa resolveu ampliar o desafio e chamou mais 6 assessorias, e a Trilopez tá no meio: 35 atletas de cada assessoria vão fazer diversos treinos conjuntos e uma prova final, a Volta da USP, em outubro, além de sorteio para correr na Disney. Então temos Run & Fun, MPR, Trilopez, 5Ways, Z-Track, Race, Saude&Performance e DLB. A pedra fundamental foi lançada e lá fui eu, um dos 35 da Trilopez, no primeiro treino de apresentação no sábado, uma rodada de 06km na raia da USP (Mizuno LSD), onde fui um dos marcadores de ritmo a 5min30/km. Confesso que falhei na minha tarefa, impossível segurar o Ronaldo e a Grazi. Acabamos fechando com uma média de 5min20/km, sem suar muito, num sabadão nublado, quase chovendo.



Nos outros treinos da semana ainda sinto os efeitos das férias. Na quarta-feira fiz, de manhã, o ergoespirométrico necessário pra participar do CCC e à noite parti pra musculação e pra uma rodagenzinha rápida na esteira, com algumas subidas. No dia deu uns 08km, de Nike Free. Na quinta, treino no Ibira, chorado: fartlekão composto por uma saída em 1,8km forte (duas voltas de 900m), rodagem por todo parque, mais uma volta de 900m forte e uma volta de 3km rodada. No total, 11km, de Asics GT-2160. Na sexta, mais musculação, no sábado o citado treino da Pharmaton e no domingão, diante do pequeno volume do treino do sábado, saí pra mais 12km no Ibira, em duas voltas da cerca. Era pra ser mais, mas saí com o tênis da Timberland de trilha e me ferrei, deu bolha e a parte de cima dos dedos do pé direito ficaram em carne viva. O tênis é muito durão, meio plástico e depois de ter sido lavado após a lamaceira de Paranapiacaba, ficou pior. Já era...

Na segundona teve mais musculação, já que tenho que ficar forte pra esse tal de CCC. E hoje, terça, no Ibira, mais um treino de qualidade sofrido. Foram duas séries de 3,5km com 1 minuto de intervalo. 1ºkm forte, 2ºkm rodado, 500m forte, 500m rodado e fechando com 500m forte de novo. Fiquei pra trás, sofri pra cacete e senti muito a falta de ritmo, ainda mais treinando com um pessoal que tá no topo do treinamento. 9km (somado os 2km de aquecimento) de Asics GT-2160.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Aos poucos

Fim de férias, volta aos treinos. E nos próximos 4 meses vou ter que treinar muito pro CCC. Mas a escalada dos treinos tem que ser gradual, aos poucos. Após o feriado, treino de musculação na quarta que me deixou todo dolorido. Mas o dolorido não impede que treine corrida, portanto na quinta voltei ao velho Ibira. Rodei 11km, sendo que durante esse treino tive duas acelerações de 900m. A primeira a 3m54 e a segunda a 3m49 (era pra baixar 5 segundos mesmo). Na sexta, problemas familiares pra resolver (idem no domingo), mas no sábado deu pra treinar e me senti até meio mirim, com o Diego me passando um treino longo de... 08km!! Acabei desobedecendo de leve, fiz 14km, mas em um ritmo beeem tranquilo com o Brunetti, a Rose e o Fred, mesmo tendo duas biologias. 1h31 pra 14km dá a dimensão da tranquilidade. E nessa segunda-feira, volta pro batente da academia: mais musculação e depois rodei ainda 5km na esteira, levezinho, mas botando alguma inclinação na esteira, com a intenção de correr devagar, mas com a musculatura cansada, situação que vou encontrar no CCC.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Resumo do mês - abril/2012

76 km em 8 treinos
1h30 de bike

e uma pirâmide de 48 metros escalada

O pé e o sol

Férias na praia. Cancun. Eu tiraria férias em algum lugar onde pudesse fazer uma prova, mas desta vez foi a patroa quem escolheu. E tirando o IM de Cozumel, certamente não rolaria nenhuma prova lá. Então foi férias-férias mesmo, atividade física zero. Falar que eu tentei seria hipocrisia. Eu dei umas corridinhas por lá sim. Mas por sentir falta. Três, pra ser sincero, e que foram curtas, embora na areia fofíssima da praia. Em uma, de tênis (Nike Free), não deu 30 minutos, corri com a patroa e ela não aguentou 7 minutos correndo na areia fofa. O resto do tempo eu fui trotando em ziguezague do lado dela, até voltarmos pro hotel. 3,5km, no máximo. Depois teve uma no asfalto até o shopping. Mais 4km. E teve uma sozinho, que deu uns 7,5km, descalço. Só isso. 15 km em duas semanas. Mas não dá pra dizer que não fiquei dolorido nas férias, mas não teve nada que ver com corrida. Fiquei com a perna esquerda imprestável depois de descer de ladinho a íngreme pirâmide de Cobá, que tem 48m de altura e com o dedão esquerdo inchado depois de jogar bola com o pessoal do hotel na areia fofa. Prendi o dedo na areia numa dividida. Na hora nem senti, mas depois... tá escuro até agora. Só não sei se é por causa do trauma ou do sol...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Eppur si muove

Aí você tira férias mas ainda tem uns dias pra treinar, só que não sabe o que fazer. Bom, aí o negócio é fazer algo simplesmente para fazer algo. Assim dito, assim feito. Segunda-feira: 45 minutos de spin bike. Terça: de casa até o Ibirapuera, umas voltinhas por lá e voltar, fazendo 18km de Nike Free em 2 horas. Quarta: 45 minutos de bike no rolo. Quinta: 30 minutos em fartlek no Ibirapuera esturricando ao sol das 11 da manhã, para acompanhar a irmã e a esposa semi-sedentárias (6km de Nike Structure). 

sábado, 7 de abril de 2012

Os cacos

Depois da quebra na Golden Four, junto os cacos e toco em frente. A meta agora é não deixar a peteca cair demais durante as férias e iniciar o novo ciclo de treinamento sem estar no zero absoluto, ao mesmo tempo em que não posso deixar de descansar o corpo. Sinto o cansaço de ter tentado baixar o tempo na GF-BH mesmo não estando no "dia" pra isso. Na terça, apareci para dar uma rodada leve, mas junta fulano, aqui, cicrano ali, e treino coletivo lá, acabei fazendo uma bela sessão de força na rampinha do banheiro, educativos com medicine ball e muita risada... Depois, 40 minutos progressivos pra galera. Pra mim também seria, mas simplesmente busquei fazer um regenerativo leve, rodando entre 5min30 e 6min/km, e mesmo assim mais rápido do que deveria. No total, com o aquecimento, 08km, de Asics GT-2160.

Na quinta, uns intervalados que eu também fiz com meio pé no acelerador. Aquecimento de 2km e, depois, série composta por uma volta de 2,5km e 2 voltas de 900m, estas duas mais fortes, mas sem hiperventilar, sem ultrapassar o limiar anaeróbico. 13min15, 4min14 e 4min04, na primeira série, 13min20, 4min20 e 4min09 na segunda. E cansando, ainda pagando o preço da GF-BH. Em termos de ritmo e velocidade, não era pra cansar, era pra ser um belo treino médio, mas na prática deu até cãimbra... 11km no total, contando uma soltadinha no final, calçando o Nike Structure.

E o longão de sábado, no Ibirapuera porque havia a previsão de USP fechada (e não estava!!), eu planejei já começar a adaptação para o CCC, correndo num ritmo muito lento e por tempo. Era pra ser 2 horas rodando a tartarúguicos 7min/km. Mas é óbvio que não deixaram e inventaram uma rodagem a 5min/km, seguida de fartleks e o escambau. Bom, o pessoal saiu e eu fiquei tartarugando a 7min/km lá atrás .. depois entramos no fartlek (30 minutos na pista de cooper, com 2minutos fortes, 2 trotando e 1 caminhando, em 6 repetições) e eu até fiz os 2 minutos mais fortes, acompanhado da Luana e do Zizi, mesmo não dando tudo. Depois ainda teve rampa da Bienal (onde tartaruguei de novo) e o treino acabava com 1h30, pra quem fez direitinho. Eu resolvi não terminar aí e completar minhas 2 horinhas planejadas, fechando com 18km, o que dá quase o planejado (6min40/km). E assim começa abril...

Resumo do mês - março/2012

151km em 13 treinos e 12km em uma prova (Paranapiacaba) = 162km
4 séries de musculação

Uma quilometragem 50% maior que o mês passado, embora março seja um mês longo e fevereiro um mês curto e com feriado. Resultado refletido de forma boa e ruim ao mesmo tempo: ganho de performance, mas cheguei um pouco cansado para a prova-alvo, a Meia da Golden Four de BH. Acho que faltou dormir melhor (o que nem sempre foi possível, diante de idas e vindas ao hospital) e talvez não fazer a prova de Paranapiacaba. Mas não me arrependo, Paranapiacaba foi ótimo, divertido e fez um bem danado pra minha cabeça.

domingo, 1 de abril de 2012

Asics Golden Four BH 2012 . O recorde que não foi.

Primeira vez que ia correr em BH e aparentemente fiz tudo certo pra prova. Não esqueci nada na bagagem, o que por si só era um milagre. Mas sempre tem uma merda. No meu caso, deixei o Garmin ligado na mala e quando fui botar no pulso, ele ainda estava ligado com o alarme de "bateria fraca". Não ia durar 1km na prova, useless total! Mas o resto tava certo, roupa, tênis (Mizuno LSD), acordei com boa antecedência, café na medida certa, coisas devidamente eliminadas no banheiro, o negócio era o seguinte: matar ou morrer. Sairia pra baixar de 1h40 como plano A e baixar o meu tempo de 1h44 como plano B. Sem plano C. E nesse plano kamikase, se quebrasse, quebraria de verdade. Sem cronômetro, optei por seguir os pacers na marra.

Saí na baia do pessoal de 1h50, mas na frente via e alcancei rapidamente os pacers de 1h40. O ritmo era bom, forte, mas plenamente suportável. Danilo Balu tava junto ali, dando força, para ele era um ritmo de trote. Tanto era tranquilo que estava disfarçado de jogador de futebol. 

O problema é que o clima não estava do jeito que eu gosto. Senti o corpo esquentando demais, temperatura de 23, 24ºC, solzinho, e mesmo a hidratação perfeita não estava conseguindo baixar minha temperatura corporal. Senti que estava suando demais, e embora o ritmo não estivesse difícil e a respiração tranquila, tava fazendo cada vez mais força pra segui-los. No 6ºkm, tomei um gel e diminuí um pouquinho o ritmo, mas mantive o bonde da 1h40 na minha visão. E assim foi até o retorno do 10,5km. No 12km, no entanto, estava quebrado, lutando contra minha mente e minhas pernas que simplesmente se recusaram a continuar. O fim, estava oficialmente fora da 1h40. Pior, essa quebra quebrou também o plano B. Ainda tentei continuar levinho e pegar o bonde da 1h45. Quem sabe não conseguiria acelerar no final e baixar o meu tempo? Mas esse bonde informal, puxado pela Juliana Caixeta, passou por mim e eu não acompanhei 20 metros até andar de novo...

O negócio era simplesmente terminar a prova e me recolher à minha insignificância. Quebrei. Pensei se não deveria ter saído com um pace mais leve, de 4m55/km, pra depois pensar em acelerar, mas tava sem cronômetro e a opção pelo bonde mais forte foi quase impositiva. O fato é que arrisquei e deu errado. Poderia ter dado certo, mas não deu, paciência. Quando o bonde da 1h50 me alcançou, no 18ºkm, achei que seria ruim demais fechar acima de 1h50 e fui com eles. E cheguei a abrir um pouco no quilômetro final, fechando quase 1 minuto na frente deles.

Quando cheguei no hotel é que percebi que estava sem o chip. Perdi em algum momento na prova. Sob esse ponto de vista, até pensei que pelo menos não fiz uma prova sensacional que ficaria sem registro. Prova medíocre, sem registro, sem problema. Só que... horas depois, recebi um SMS da prova informando que meu tempo tinha sido 1h42m35s???? Como assim??? Recorde pessoal, se tivesse feito esse tempo. Só que não fiz!! Aí vi no blog Senta a Bota comentário do Nelton, dizendo que também perdeu o chip, mas percebeu e o pegou com a mão. E que viu diversos outros chips perdidos jogados no chão. Aparentemente o sistema utilizado para prender, com um plástiquinho encaixado, não deu certo. Como devem ter ocorrido muitos brancos nos registros dos corredores por causa disso, imagino que eles tenham pego a parcial (havia um tapete no 10ºkm e eu passei mais ou menos com 48 minutos) e estimado um tempo pros competidores. No meu caso, se seguisse no ritmo desejado, ia dar algo parecido mesmo, pelo plano B. Mas quebrei, então o resultado acabou sendo bem errado.


O problema é que outros corredores que perderam o chip devem ter tido um tempo estimado que pode não corresponder à realidade, o que tira um pouco a credibilidade do resultado. Pra mim acabou não fazendo a menor diferença, mas será que não fez para outras pessoas, considerando resultado de categoria, etc?

De qualquer forma, fora isso o evento foi sensacional. Muito bem organizado, tinha até lanchinho na hora de retirar o kit. Lembrei até do Júlio César, que vive a defender a Yescom e que num comentário sobre a São Silvestre chegou a dizer que um dos diferenciais da SS era o fato de ter ambulância até mesmo na retirada do kit. Uma coisa inútil e que não redime os graves erros da organização da SS. Mas que agora nem é mais diferencial, já que a Golden Four (que o mesmo Julio Cesar adora falar mal) também tinha ambulância na retirada do kit... além disso haviam palestras, medalha e camiseta são de primeira qualidade (não é isso que me faz querer fazer ou não uma prova, mas é impossível não notar a qualidade), hidratação perfeita, enfim, um baita cuidado com o corredor. A sensação é de que ali você é o cara, e não um boi no meio da boiada. Já tinha lido vários reviews positivos sobre a prova, mas agora, tendo a vivido, posso dizer que ela realmente é muito bem organizada mesmo.Só ficou faltando a minha parte. Mas mesmo assim eles corrigiram esse problema meu...


Molinho

Semana pré-prova é semana de alívio. E mesmo que não fosse, seria assim mesmo, dadas as complicações da vida pessoal. Deu pra correr duas vezes, na terça e na quinta. E mesmo assim, o de quinta foi "meio-treino", já que tive que sair rapidinho pra ir pro hospital buscar minha mãe. Na terça, aquecimento de 2km, e 3 séries de 2km ritmados entremeados com um tiro forte de 900m. Deu pra fazer quase tudo com a Edith, mas no último tiro a mulher sumiu na minha frente. Acelerou pra fazer o tiro a 3m45, enquanto eu me arrastava a 4m15. Por fim, uma rodada de 1,5km e 12,5km no total, de Asics GT-2160. E na quinta, com o tempo limitado, fiz uns tirinhos curtos na esteira. 5 tiros de 400m, com 400m de descanso rodando leve. Depois, 5 tiros de 200m, com o mesmo descanso. 7km de Mizuno LSD. Apesar do pouco treino, me senti um pouco cansado...

domingo, 25 de março de 2012

12km Paranapiacaba 2012

Lama. Barro. Água barrenta. Mato, troncos, galhos, raízes e cipós. E pra ajudar, neblina. Paranapiacaba é assim. Mas tava pior neste ano por causa das chuvas fortes que caíram nos dias que antecederam a prova. Neste ano também tinha mais gente, as corridas de montanha estão fazendo sucesso e isso se reflete no calendário extenso, e no fim das inscrições de forma antecipada. Como no ano passado, fomos com uma baita delegação, liderada pelo Liédson do atletismo, o Prof. Paulinho Santana, louco pra conseguir mais um trofeuzinho. Dizer que o Brunetti, o Giglio, o Edélcio, o Ricardinho, a Dani Collagiovani, a Márcia e o Pastor estavam lá era chover no molhado, se hà lama, eles estão lá. Mas tinha estreante na lama (Lígia, Pacheco, Erika, Fernando, Rodrigo Mocotó), tinha corredora que ficou com o 4º lugar do ano passado atravessado na garganta (Priscila), gente que estava com saudade da lama (Grazi, Rosi, Fred,  Edith, Alê, Hugo), gente voltando (Frédson)...


Largamos e os 2,5km de pavimentação foram tranquilos. E decisivos, porque se ficar muito pra trás pega trânsito na trilha. Tentei forçar um pouco, rodei em alguns trechos a 4min15/km e entrei na trilha. No ano passado a pior parte vinha depois do rio e da cachoeira, num lugar onde o pessoal faz motocross. Entrei na trilha confiante em um ritmo razoável no single track e... blosh! Logo no início uma piscina de lama. O cara na minha frente já perdeu o tênis aí. Eu, quase, mas já tava até o joelho na lama. E outra. E outra. E depois de sair da lama, o tênis não tinha grip nenhum, escorregava demais. Quando tava limpando... blosh, de novo! E outra. E outra. Atravessa rio, "limpa" o tênis, e lama de novo. Fila abre, fila se desfaz e chegamos no rio. Sabia que eram uns 100 metros dentro do rio e depois saíamos pra subir a cachoeira. Só que neste ano, os 100 metros viraram um trecho enorme. Pelo menos uns 10 minutos chapinhando dentro da água barrenta, tropeçando em pedra e raízes encobertas, atravessando troncos na horizontal... pelo menos aquilo não é single track, mas cheguei a pensar que estava perdido, que tinha perdido a entrada e que ia acabar no Rio Tamanduateí...



Vale lembrar ainda que fui com os meus óculos especiais pra jogar basquete, por conta da segurança que dão, já que se fixam com elástico na cabeça. Idéia ótima exceto pelo fato de embaçarem o tempo inteiro. Além de tudo estava correndo meio cego, e a trilha não estava nem um pouco clara...



Então saímos do rio, pegamos outro trecho de trilha, mais piscinas de lama e a cachoeira a ser escalada. Subi bem, mas no final da cachoeira um obstáculo de tronco que passei sei lá de que jeito (teve impulso de orelha e cheguei a assustar quando vi meu tornozelo do lado da minha orelha) e a pista de motocross. O problema é que cheguei lá já cansado. E o terreno ali não era mais lama, era barro vermelho bem escorregadio. Sensação de estar em cima de um chão de mármore cheio de óleo. Andei bastante ali, e percebi que estava cansado quando me vi andando no plano. Encontramos um pessoal do motocross ali tendo bastante problema com as motos nas voçorocas formadas pela chuva e pela própria erosão que seus pneus causavam. Agora também tinha piscina de barro vermelho, blosh, blosh. Fui indo desse jeito, até chegar, finalmente, na estrada. Ali dava pra desenvolver velocidade, até porque era plano ou descida, mas eu já não tinha mais perna.



Cheguei com 1h49minutos. Só pra comparar, 10 minutos a mais que no ano passado. E neste ano eu sei que estou melhor condicionado, embora cansado. E sujo, obviamente, muito sujo...



Competi com a Rose, pra ver quem estava mais sujo

Os pés


Sintonizando ondas curtas

Quando eu era criança tinha um rádio em casa que sintonizava ondas curtas. A transmissão era sempre ruim, se comparada com as AM e FM, de sons límpidos e claros. Nas ondas curtas era só chiado, ruído, mas aí você ia mexendo bem de levinho no dial e ia aparecendo alguma coisa. O rádio era simples, um 3 em 1 velhão, nada profissional, mas com muita sorte pegava umas transmissões em outras línguas, ou de lugares bem distantes, mesmo sem antena. Só que tinha que ter um dedo super leve, não havia um botão de sintonia fina, então qualquer errinho, um espirro na hora de mexer no tuner e... tchau! Adeus sintonia.

O treino de sábado foi meio assim. 2 semanas pra meia da Golden Four de BH e eu queria me testar. Mas não poderia passar do ponto. 18km onde eu iria simular o ritmo da meia, mas sem me desgastar a ponto de comprometer a própria prova. Também ia testar um tênis leve, o Mizuno LSD. E acho que acertei, mas só saberei na data da prova. A USP estava com uma temperatura ótima, e saí pro treino com o Orlandini, num ritmo bem interessante pra mim. Não marquei as parciais, acompanhava só o pace caindo... as 3 voltas de 6km foram completadas com pace de 5min01/km (a primeira passei com 5min06/km, na segunda 5min03/km - esse é o pace geral, então a volta foi mais rápida), o que significa um ritmo progressivo e forte. Ondas curtas sintonizadas, vamos ver se deu certo. Foi um grande treino e o tênis tá aprovado.

Deixei a musculação de lado nessas duas últimas semanas e na terça saímos em um treino de força, subindo rampas "carregando" um colega, a segurar um elástico. Foi absolutamente estafante fazer isso por 10 minutos. Depois, 4 tiros de 2km, em ritmo progressivo, saindo fraco e terminando forte. Talvez pelo cansaço, foi terrível. 10min01, 9m55, 9m53 e 9m36, ritmos mais fracos do que o próprio longão. Nike Structure nos pés e 10km na conta (somado aquecimento e rampa)

Na quinta, rodagem variada com rampas, 1h15 pra mim, 1 horinha só pro resto do pessoal. E eles fariam uma ou duas rampas, enquanto eu ficaria 20 minutos na rampinha da Sabesp e mais 10 minutos na da Bienal. Triste... 15 rampas da Sabesp e 5 rampas da Bienal depois, 13km depois, treino terminado. Nike Free.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Acabo esquecendo 2

Quinta-feira, treino parecido com o de terça: 2km de aquecimento e 6 voltas na pista de cooper, progreesivo. Só que dessa vez, sem pausa. Portanto, ritmo bem mais controlado. Voltas: 7m58 (5m18/km), 7m17 (4m51/km), 7m03 (4m42/km), 7m01 (4m40/km), 6m56 (4m37/km) e 6m47 (4m31/km). 43m02 pra 09km (4m47/km). Pior, choveu também, só que hoje foi ainda mais forte, a pista ficou ainda mais pesada e completamente invisível pra mim, não só pela água acumulada, como também por causa do total encharcamento de meus óculos. Difícil, mas lavou a alma. Treino bom pra quem ia pegar leve por causa da canelite. Que, por sinal, não doeu nada. Mas não deu pra acompanhar o ritmo da Edith e do Paulão, fiquei na cola do Ronaldo o tempo inteiro e passei na última. 11km, de Asics GT, totalmente pesado e encharcado. 

quarta-feira, 14 de março de 2012

Acabo esquecendo

Vamos lá, treino de ontem quentinho no blog, porque senão acabo esquecendo: 2km aquecendo e 6 tiros na volta de 1,5km da pista de cooper do Ibirapuera: 7min09 (4m46/km), 6m53, 6m39, 6m37, 6m34 e 6m32 (4m21/km). Progressivo, mas quase fundindo o motor no final. Começou a chover durante os tiros e a pista, de terra e pedrisco, começou a ficar pesada. E a gente com tempo pra tirar, e a canelite apitando... o Nike Structure novinho, branquinho, foi devidamente batizado e agora tá da cor de burro quando foge dos meus outros tênis. Total, 11km. E musculação na segunda-feira.

domingo, 11 de março de 2012

Canelittis concretus

Será coincidência? Só sei que o regime de treino não sofreu grandes alterações e nem o volume. Mas logo após o teste de 5km do Villa Lobos no sábado, além da dorzinha no joelho ter voltado, senti a canelite voltando. De leve, sem causar nenhum grande problema, mas com a apreensão de saber que a canela tá levemente dolorida. Saco!

No domingão, mesmo assim, pra fazer volume eu fui correndo de casa até a largada da Meia da Yescom. Não fiz a prova porque continuo não fazendo provas dessa empresa, mas fui lá ver os amigos. Ademais, passaria na tenda da Trilopez e me reabasteceria pra volta pra casa. De casa até lá, no Mapmyrun, daria 10.03km. No GPS, deu... 10.03km! A distância de 10km aproximada até tá ok, mas acertar até mesmo a casa depois da vírgula (os decâmetros) é coincidência, lógico. Aproveitei ainda para testar o novo Nike Strucuture 14 (aposentei o velho), branquinho, branquinho! O problema é que fiquei tempo demais lá (até porque cheguei a tempo de ver a chegada dos vencedores no feminino e masculino, e depois os amigos vieram chegando...) e na hora de voltar deu uma preguiça... até corri a Major Natanael acima, mas aí pensei no metrô com ar condicionado... bom, desci na estação Imigrantes e corri mais uns 2km até minha casa. Com o km da Majo Natanael, deu uns 13 km no total, a confortáveis 5min50/km.

Segunda e quarta de musculação. E na terça fiz um dos treinos mais puxados de semana na minha história de Trilopez. A série era de 3km bem rodados (sem moleza, mas sem hiperventilar), seguida de 06 rampas sprintando, exercícios de agilidade com escada horizontal e cones, exercícios com o elástico e 3 tiros de 850m (a voltinha curta do lago), com intervalo à la carte (recuperou? Porrada!), e em progressão, mas sendo o primeiro já forte. Depois, repete tudo. Foi doído, fiz força, não amoleci nos intervalos e acabei o treino extenuado, mas com a sensação de dever cumprido. 14km, rodando com gente bem mais forte que eu, usando o Nike Free.

Na quinta, aliviaram, e fizemos vários educativos (e foram vários mesmo, deixei o Garmin ligado e deu quase 2km). Depois, 30 minutos leves de rodagem. 7km no total, com o Nike Structure.

No sabadão, um longão de tune-up. 16km, nos quais usei a primeira volta pra ver como andava o meu ritmo com os bpm (corri abaixo de 160bpm, o que significou quase caminhar nas subidas...), e completei a primeira volta em 5min22/km. Mas na segunda volta, onde esperava rodar abaixo de 4min55/km, acabei sentindo um pouco e não baixei tanto assim o ritmo. No final os 16km (na verdade, 15.7km, as voltas de 08km da USP não são exatamente 08km...) foram fechados no ritmo médio de 5min14/km. Ainda aquém do que gostaria, mesmo considerando o ritmo mais lento do início do treino. No final, por pura provocação do Ronaldo, fizemos mais a volta do CEPEUSP levezinho pero no mucho (começa com 7min/km, mas termina com 5min20/km...), completando 19km. De novo de Nike Structure.

Não gostei muito de ter sentido algumas dores na lateral externa do pé esquerdo depois do treino. Mas Nike nunca me deu dores, o que me fez estranhar um pouco. Aí percebi que tanto o Asics quanto o Nike são tamanho 07 enquanto os outros tênis mais confortáveis são 7.5. Ou seja, 38 e 39 no padrão brasileiro, mas essa conversão varia um pouco de marca a marca. E eu calço 37. Não estão nada apertados quando calço os tênis, mas passo a desconfiar que em longas distâncias o meu pé vai se "esparramando", e sendo pressionando pela forma do tênis. Será o mesmo problema do Asics? Só vendo, vou ficar atento.

sábado, 3 de março de 2012

Enroscado

Apesar de ter conseguido ir à musculação na segunda e na quarta, os enroscos extra-corrida continuam a comprometer os treinos. Na terça, tudo pronto para ir correr, vontade e pique a mil e... uma ligação põe tudo a perder. Pior é que o enrosco acaba sendo à toa, mas família é família, fazer o que? Pelo menos consegui correr na quinta. tava com vontade, gana represada de vários dias sem correr, mas mesmo assim cheguei atrasado no parque e não peguei o aquecimento. A série consistia em um progressivo de 1.500m, seguido de 4 rampas subindo forte e descendo leve e, por fim, exercícios de agilidade com marcação da escada na horizontal ("amarelinha") e slaloms nos cones. Entre as séries, um descanso que nós mesmos deveríamos gerenciar de acordo com o cansaço. E tudo a ser feito em 01 hora.

O tiro de 1.500m tava saindo a 7min baixo, uns 4min40/km, saindo a 5min30 no primeiro terço e depois acelerando pra chegar com o coração na boca.. Com as rampas e os exercícios, fazia a série total por volta de 13 minutos e meio. Os meus descansos é que foram curtos, o que fazia com que chegasse depois, mas saísse junto ou próximo ao pessoal da frente. Acabei tudo em 55min e ainda deu tempo de rodar um quilômetro soltando. Treino com intensidade alta e que me deixou meio dolorido. Deixei o Garmin ligado o tempo inteiro, o que contabilizou os trechos corridos e, também, os deslocamentos para os exercícios. Deu 10,5km, de Nike Free.

Tava me sentindo forte, cada vez mais rápido, mas o teste de 5km no sábado abaixou minha bola. Sei lá, o calor tem atrapalhado pra dormir, tava meio cansado... só sei que deu 5.35km naquelas 09 voltas do zerinho do Villa Lobos, em 23min57s, um pace de 4min29/km. Ruim, esperava, no mínimo, um sub 4min20 de pace. (23 baixo) No Garmin, a marca de 5 km bateu em 22min34s. Com esse pace nos 5km, vai ser difícil bater 1h40 na meia (4min44) ou mesmo baixar pra 1h42 (4min50). Deve ser meu melhor tempo nesse teste, mas caí muito no final e me senti pesado. Tomara que tenha sido só um dia ruim.

Resumo do mês - fevereiro/2012

06 séries de musculação (incluindo as séries de 27 e 29/02)
102,5 km em 09 treinos

Apesar de ter sido um mês ruim fora da corrida, o que me levou a perder alguns treinos, até que não ficou tão distante da média esperada.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Entrudo sonífero

Carnaval = sono. Dormi, descansei e treinei, mas não na mesma intensidade. Dormi muito, descansei mais ou menos e treinei quase nada. 40 minutos de muitas subidas e algumas descidas em São Roque. Intenso, se considerar o que eu cansei, mas não se considerar os 6,5km percorridos (Timberland). Na quinta, ainda na ressaca pós-feriado, mais subidas, Paulinho nos brindou com 50 minutos de treino levinho, dos quais os 10 primeiros e os 10  últimos minutos seriam nas rampas da Bienal e os 30 restantes, rodando. Deu 13 rampas. E na rodagem que seria descanso, sobrei com o Kato e o Paulão lático, rodando "descansosamente" a uns 4min50/km. Estimo uns 08km nesse dia, pastando (quebrei na última série de rampas), de Mizuno.

Final de semana e, enfim, um treino menos intenso. Eu, que tanto falei preferir correr por quilometragem, acabei me deparando com um longão por tempo. 1h30, como no final de semana anterior. Mas desta vez fiquei no plano e rodei 17km, mais solto, 5min25/km de pace, progressivando bem já que saí bem lento e acelerei mais no final, calçando o velho Nike Structure, outro tênis que já está no finalzinho...

Parlamentarismo maratonal

2h08 minutos em uma maratona é um tempo e tanto. Garante vitória ao atleta que consegui-lo em qualquer prova no Brasil e na grande maioria das provas do mundo. Talvez só as majors e algumas provas reconhecidamente rápidas, como Roterdã, fiquem de fora dessa lista. Mais ainda, garante, com certeza absoluta, que esse atleta se qualificou para representar o país nas Olimpíadas, exceto em relação ao Quênia e à Etiópia. 

Falar que 02h08 é um fracasso, assim, pode até soar exagerado. Mas de um Pelé da maratona, de um gênio absoluto, não conseguir o máximo acaba sendo um fracasso. Dele, se espera sempre muito mais do que o que qualquer craque é capaz de fazer. Ainda mais quando esse gênio é etíope e, justamente por isso, não conseguirá se classificar como um dos três a representar seu país nas Olimpíadas.

02h08 foi seu pior tempo em maratonas completadas. Ele havia desistido de algumas no meio da prova, antes. Mas tinha um 2h06 como pior marca até então. 02h08 não é nada para um Pelé. Equivale a um gol de rebote, de canela, em um jogo no meio da semana de um campeonato qualquer, e quando o resultado do jogo já estava definido. Uma marca memorável para muitos. Para ele, no entanto, um dos gols menos bonitos. E, devido à idade, talvez a última chance de mostrar que ainda é rei. Porque dele se esperava um gol de bicicleta, que não veio mais. Um gol de placa, interrompido por um zagueiro mais rápido.

Um quarto lugar, honroso para muitos, foi um resultado terrível para ele. E ele nem perdeu para o novo jeito que a garotada passou a fazer, saindo como uns desesperados pra quebrar todo mundo e depois administrando a vantagem, positivando a prova na cara-dura, ou mudando o ritmo de forma amalucada no meio da prova

Não. Ele fez do jeito que gosta. Saiu na frente e ficou na frente o tempo inteiro, no ritmo constante e forte de sempre. Era só manter o ritmo, equilibrando as metades da prova. Mas no final, algo falhou. E um cara vindo de trás o ultrapassou impiedosamente. E depois outro e mais outro. O ritmo caiu e ele positivou contra a vontade, extenuado. Talvez tenha sido a falha na hora de pegar o repositor no posto do km 30 que tirou suas energias. Desconcentrou mesmo, ele até parou e pensou em voltar. Mas não valia a pena, um dos seus súditos parecia querer destroná-lo e ele assumiu o risco. E o erro, porque no final das contas, esse temido súdito acabou se mostrando muito mais quebradiço do que ele próprio.

Enfim, o fim. Com um brilho que foi se apagando aos poucos. Um raio de luz ainda forte, mas que não passa de uma lampadinha para quem já foi sol. Melancólico, talvez. Respeitável certamente. Mas triste, não pelo que não fez, mas sim pelo que representou. Não há mais majestade e nem império. Hoje os donos do poder são certamente mais brilhantes, mas trocam o cetro e a coroa tão rapidamente quanto correm. O último imperador se foi e hoje a maratona é parlamentarista

sábado, 18 de fevereiro de 2012

A alternância como reflexo da regularidade

Sei que meus treinos seguem um padrão quando eles carecem de constância plena. Ainda que a curva macro de treinamento esteja correta, na ascendente, ela nunca será lisa. Sempre haverão altos e baixos, o importante é que os altos sejam mais altos que os baixos e levem a curva para cima.

Essa foi uma semana de baixo. E que nem foi tão baixo. O problema da semana foi mais externo - alguns problemas familiares, sobrecarga de trabalho - do que de performance em si.  O fato éque o resultado final da semana não seguiu a curva ascendente da semana passada, mas foi bom nessa análise geral.

No sábado passado, um ótimo treino no City Boaçava. Ainda na base, com muito exercício, teve uma parte de técnica bem forte, subindo e descendo uma rampa na Bagiru. Corri bem, estava veloz, rápido, foi ótimo. Depois uma rodagenzona com o pessoal e uns 10 km pra conta, de Mizuno Nirvana

Voltei a treinar só na quarta, com a musculação. Na quinta, mais um circuitão. Não estava bem, mas fiz sem problemas a série com rampa da Bienal, rampas do lago, corrida progressiva, educativos, afundos e abdominais. O total foi de 09km, com o Nike Free.

Por fim, mais um sabadão, de volta à USP. Ali rodei de forma tranquila com o Du França, a Edith e o Alê Oliveira (com este, até onde o banheiro deixou), fazendo algumas voltas no Bosque da Física, Biologia e em ritmo progressivo. De fato, começamos a 6min40/km e eu fechei o último quiometro com um 4min20/km, sprintando forte. 15,3km, de Mizuno Nirvana, e possivelmente foi este dos últimos treinos dele, já que a sola está bem desgastada e até soltando algumas placas de borracha.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Aumenta o volume aê!!!

O volume de corrida em janeiro acabou sendo bem baixo, trocado por muito treino de força. Virou fevereiro e a base continua. Mas o reloginho do odômetro começa a girar mais. No sábado, por motivos familiares, não pude ir ao treino do Reflorestamento e acabei indo pro Ibirapuera. Saí de casa, fui ao parque, rodei por lá e voltei. 18,7km no total, com o Mizuno Nirvana. Menor inclinação, maior volume. No parque, encontrei o Franklin e saí para rodar com ele, achando que ia ser tranquilo... ledo engano! 5min/km na volta da cerca, foi complicado acompanhá-lo, não sobrou muito de mim pra voltar pra casa, cheguei cansado. 

Na terça, circuitão entremeado com tiros curtos, de 870 metros. Porradaria, exercícios e corrida no pau. 4 séries, deu um volume baixo, de 7,5km no total, contando com o aquecimento (Nike Free), rodando a 4min30/km nos tiros.

E hoje, quinta, mais circuitão diferente. Corrida na volta de 1,5km, rampas, educativos, abdominais e exercício com elástico. Deixei o Garmin ligado o tempo todo e registrou, com deslocamentos entre exercícios e tudo, 11km (Mizuno Nirvana). Nessa corrida, o ritmo era leve na primeira metade e mais forte na segunda metade. Fiz força, 4min20/km nesse final. Começo a perder um pouco de peso e isso começa a ter reflexo nos treinos. O problema é que sempre que faço uma semana boa, faço uma meio ruim na seguinte... vamos ver o que sai na próxima!

Em tempo: musculação em 01, 03 e 06 de fevereiro.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Resumo do mês - janeiro/2012

108,7km em 12 treinos e 14km em 1 prova. Total: 122,7km
1 corrida vertical
4 treinos de musculação

Treinos atrasados.

Faltou o registro de 3 treinos: 24, 26 e 31 de janeiro. E os três foram bizarros, de base, mas com estímulos diversos, dando vazão à criatividade de Mr. Diego Lopez... na terça 24, tivemos um belo treino sofrido, com circuito em movimento: saiu o grupo, cada um carregando um equipamento e a intervalos definidos pelo coach, fazíamos exercícios variados: pular corda, remada no elástico, polichinelos, educativos e até mesmo um tiro com paraquedas. Nessa história toda, fortalecimento, canseira geral e 8,5km, de Asics. No dia 26, sofremos na mão do Gabriel. Treinos mais convencional, com tiros em rampa de baixa inclinação, educativos e rodagem. Mais 8,5km todo quebradinho (Asics, de novo) e uma intensa dor nos quadríceps, que não passou nem durante a prova de Mairiporã... no 31 de janeiro, com Diego de volta, mas bizarrice: futebolzinho recreativo (perdemos de 2 a 1, roubado, obviamente a favor do time do treinador) e circuito variado, com tiro em rampa com o paraquedas, abdominais, exercícios com elástico e uma rodagenzinha no final. Parcos 5km no total, com Mizuno. Agora já dá pra fechar o resumo do mês...

domingo, 29 de janeiro de 2012

12 (ou 14?) km de Mairiporã

Pretendia ir neste final de semana para Poços de Caldas, para fazer a Subida do Cristo, mas a distância aliada à impossibilidade de fazer a inscrição pela internet me fizeram optar por Mairiporã. Não precisaria dormir fora de casa e além disso meu pai acabou sendo internado graças a um tombo no metrô, o que dificultaria as coisas.

Além disso a inscrição pra Mont Blanc foi feita. Ou seja, agora vou ter que tornar um bicho da montanha. E é com esse espírito que me alinhei em Mairiporã. Conversando com o seu Edélcio ele nos garantiu que o terreno da prova era fácil, o que pegava mesmo eram as subidas. Ao encontrar o Serginho Rocha da Contra-Relógio descalço na largada, torci por ele para que fosse assim.

A prova é, basicamente, uma subida ao Pico do Olho d'Água e a volta pra cidade. Lógico que é pelo pior caminho. E na largada o locutor avisou que tinham mudado um pouco o percurso da volta para adicionar um trecho tecnico na descida.

Saímos da cidade com algumas subidas e logo entramos na trilha, single track. Realmente não tava tão ruim até chegar no terceiro quilômetro. De repente todo mundo parou! Fila no meio da trilha. Logo a explicação: um barrancão de uns 8 metros para ser escalado. O problema era o terreno molhaxo e super escorregadio. O pessoal dava um passo e deslizava dois pra baixo. Para alguns, com menos explosão muscular, tênis de corrida comum e falta de técnica era praticamente intransponível. Um tiozinho furou a fila e lá em cima não conseguia terminar o barranco. Só a ameaçade enfiarem um dedo no rabo dele é que deu certo. Um cara no alto do barranco, não sei se um corredor ou da organização, ficou lá em cima ajudando todo mundo. Alguns travavam no meio e ficavam com medinho de se sujar, de sujar as mãos. Quando chegou minha vez, empurrei pra cima o corredor da minha frente pra evitar que ele travasse e uma vez que o caminho foi liberado simplesmente ataquei o barranco com mão, pé, peito, barriga... o que desse pra subir! Passei rapidinho e fui tentar recuperar o tempo perdido, já que tinha ficado uns 15 minutos parado!

O single track continuou por uns 2 km até chegarmos a um posto de abastecimento. Melancia, descidão feito que nem vaca louca e então uma trilha aberta até o pico. Naquele mato baixo a gente via longe o tamanho do perrengue, os corredores na nossa frente que nem pontinhos coloridos no meio do verde e a vista da cidade. Bacana! Cheguei sofrendo lá em cima e agora ia encarar a descida. No trecho asfaltado, íngreme, era até difícil segurar o corpo, tamanha a inclinação. Mas como era corrível, comecei a recuperar algumas posições, descendo forte. Aí o desvio e o raio do trecho técnico: o meu pesadelo, descida em trilha em lama escorregadia. Pra ajudar, tinha até uma mangueira fornecendo água pra lama... caí de tudo quanto é jeito... em alguns momentos, escorregar virou até estratégia pra evitar uma queda descontrolada.

Novo barranco escorregadio pra subir e quem apareceu? O tiozinho fura-fila, travado na subida de novo... dessa vez eu passei de lado, subi do meu jeito come-lama e acabei ajudando o tiozinho, que conseguiu subir agarrado na minha perna...

Terminei sprintando disputando uma posição qualquer com um cara da Tavares. Fiquei na frente e ganhei... nada, além da diversão! 1h53minutos e 14.14km no Garmim. E lama para todos os lados. Paulinho Navarro já havia chegado, assim como a Isa, que fizera os 8km e reclamou da falta de lama. Realmente o bichinho da montanha a mordeu! André Savazoni, que há pouco tinha comentado sobre os segundos marcantes que as vezes fazem toda a diferença (citando o Ritz, que ficou foradas Olimpíadas por segundos), não pegou pódio por... segundos! Serginho Rocha chegou bem atrás (estávamos juntos no pós barranco) já que foi mais difícil gerenciar pé descalço com descida íngreme e cheia de pedras. Só não vi a chegada do Brunetti porque tive que voltar rápido para o plantão no hospital. Deu 34º na categoria, 122º geral.

Saldo total: quanto mais sujo mais divertido. Só não gostei de me chamarem de palmeirense de tão porco que estava. Mas a alma é limpa e corinthiana!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Corrida Vertical 2011

Estamos em 2012, mas a edição 2011 da Corrida Vertical só rolou agora, 25 de janeiro de 2012. Parece Campeonato Paulista da década de 70, atrasa alguma coisa daqui, alguma coisa dali e o ano vira sem definição. No caso, como a Corrida Vertical faz parte do Circuito Mundial, algum atraso ocorreu. Mas a vantagem é que acabou sendo a final do circuito, muito embora eu não acompanhe e não tenha a menor idéia de quem ganhou...


O fato é que para nós, amadores, o que interessa é fazer parte da festa. E eu, que fiz parte da primeira, queria fazer parte da segunda também. No mínimo porque ia ser um bom treino de base, de força. Mas também porque a primeira edição foi um espetáculo e super divertida. E a nossa participação era de graça, mais interessante ainda não? 

Pra não falar na oportunidade de encontrar os amigos. Mais uma vez foram vários. Fábio Namiuti, que fez parte da primeira também, na mesma bateria que eu, estava lá. Assim como o Alexei Caio. A Grazi não foi, mas dessa vez a família Pacheco seria representada pelo Rodrigo. Marcelo Lima, Fernando Foca, Marcelo Jacoto, Minguinho, e lógico, um dos donos da festa, o Serginho Xavier, que foi devidamente sacaneado pela organização para correr com a elite. Tarefinha dura, né? Mas bem que eu queria subir os 30 andares reservado para a elite, já que pros amadores eram "só" 24. Eu sou atleta de resistência, quanto mais curto pior...


Esses 24 andares foram significativamente mais curtos que os 31 do prédio da Nestlé. Por isso, mudei a estratégia errada que eu usei da outra vez (começar mais lento pra poupar energia e gastar no final), para uma estratégia errada invertida. Saí no pau, porque imaginava que ia ficar cansado de qualquer jeito, então... então eu morri lá pelo 14º andar e subi 10 andares no braço, pelo corrimão, porque perna e pulmão já eram!!! Todo mundo me passou e eu consegui ficar em último na bateria. Mas não foi um último geral da categoria, já que em outras baterias então eu ainda não consegui tecnicamente essa proeza. 

Diferentemente da corrida de 2010, onde tive a honra de fazer parte a primeira bateria, dessa vez eu subi só na 17ª. Os organizadores classificaram os competidores por idade e na ordem alfabética. Aparentemente os competidores da letra "R" eram os mais fortes... apesar de último na bateria, acabei ficando em 44º lugar entre 56 (ruim, mas longe da lanterninha geral), com 4min53s.

Um ponto negativo foi a ausência de chocolates e outras delícias da Nestlé no final da prova... adoro a editora Abril, sou assinante de várias revistas, mas um chocolatinho depois da escadaiada toda... hmmm... lógico que eu estou sujeito a broncas da PatJu (Patricia Julianelli, jornalista e consultora de nutrição para mortais da Runners), mas como ela foi muito gentil dizendo que eu tava magro, vou fingir que acredito... só fingindo mesmo, porque uma das coisas que literalmente pesaram nessa performance pobre foi justamente o excesso de peso. 

Vestindo a camiseta do Maluf, com o mestre Alexei Caio
Outro ponto negativo foi o número sorteado pra mim... 111, o número que o Maluf usa nas campanhas??? Justo eu??? Se bem que do jeito que fui "político" pra conseguir a inscrição (mandei e-mail pra organização, chorei, prometi ser um bom menino...) talvez isso seja justificado. De qualquer forma valeu. Encontrar os amigos, contar e escutar histórias, fazer parte de uma prova diferente (ou seja, mais histórias para serem contadas e escutada no futuro), isso não tem preço.

Embora não tenha sido a minha primeira, somo mais uma corrida diferente. Mas diferente mesmo foi ter aparecido na matéria da Revista... Recreio???

domingo, 22 de janeiro de 2012

O que importa a quilometragem?

Fase de base significa exercitar a criatividade do treinador pra forçar os corredores a fazerem fortalecimento muscular. No meu caso, é até redundante, porque já faço isso em academia (registro: musculação na segunda, matei a outra série por causa da minha dor no joelho esquerdo, poupando um pouco), mas a maior parte dos colegas só correm. De qualquer maneira, nunca é demais, já tenho uma demanda e uma dependência maior da musculatura, pelo meu tipo físico e pelo tipo de prova que faço. Mas o fato é que quilometragem em treino deixou de ter qualquer referência nesses dias.

Peguemos o treino de terça-feira: correr na rampa da Bienal quicando e carregando medicine balls de tudo quanto é jeito. Um inferno. Fizemos 8 rampas quicando a bola de frente, com braço alongado, com braço dobrado só estimulando tríceps, rodando a bola como se fôssemos jogadores de basquete, quicando de lado, fazendo movimento pra cima e pra baixo com braço esticado e sei lá mais o que. Um terror. Depois, foram 30 minutos correndo carregando caramanholas cheias de feijão, parafusos e sei lá mais o que. De meio quilo a um quilo, a gente ia revezando os pesos. Os braços e ombros foram pro saco, queimou tudo, no final do treino nem levantar o copinho de gatorade eu conseguia. Quanto de quilometragem? Não sei, dá pra estimar, no máximo e para fins estatísticos, uns 7 km (Asics GT-2150).

Quinta não foi melhor, foi só diferente, especialmente por causa da chuva monstro que caiu. Circuitos com afundo em deslocamento, anfersen e exercícios pra peito, ombro e costas no elástico. Terminou a série de exercícios, uma volta curta, que tem uns 880 metros mais ou menos, em um ritmo médio. A idéia era fazer o máximo de séries possível em 50 minutos. Fiz 07 séries, o mesmo do Alaeson, o que só explicável pelo fato de não ter descansado nada entre as séries e ter corrido mais forte que o médio. O que atrapalhou mesmo foi a chuva, muito forte, pegou a gente no meio da série. Pra quem já é meio cego que nem eu, correr com óculos molhado, naquela escuridão e com aquele tanto de água... foi triste. Com o aquecimento, deu uns 8,5km, de Nike Structure.

Sábado também não foi dia de marcar quilometragem justa. Treino no Bosque do Morumbi, subida, subida, subida, na terra, escorregando (porque embora não estivesse chovendo, já tinha chovido demais antes), treino técnico de sofrimento do Paulinho. Depois, em 45 minutos, o que desse pra fazer correndo na Circular do Bosque, a avenida que circunda o parque e que tem uma subida que é pior que a Biologia... conseguimos 3 voltas e ficou uns 3 minutos de lambuja. No total, mais 8,5km, também meio estimado, estreando um Timberland trilheiro bem leve.

Só no domingo eu corri marcando quilometragem "de verdade", fui rodar por conta própria no Ibira, levezinho, pra tirar o peso na consciência do que tenho comido ultimamente... Mais 09km pra conta (54 minutos), de Nike Structure.

E o resultado do sorteio do CCC saiu: tô dentro. Conversar com o Cassiano pra ver se a gente vai mesmo. E se nós formos, vai ser um ano de treinos sofridos e o maior desafio da minha vida de corridas até hoje.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A indefinição

O resultado do sorteio do CCC só sai dia 20. Até lá, não sei o que fazer. Se for, foco em montanhas, trilheiras e afins, e as provas que vou fazer no ano até lá seguirão esse norte. Se não for, foco no asfalto, tentando melhorar performance e escolherei provas no plano. Mas fico com uma coceirinha, pesquiso aqui, pesquiso ali... quero saber logo o que vou fazer da vida!!

Mas uma coisa eu já sei. Saiu hoje: Corrida vertical de novo!! Não é uma prova em si para mim, mas é um exercício diferente e divertido. E o que a gente quer na corrida também é diversão, né?
Registro da semana passada: musculação na segunda e musculação na sexta. O joelho esquerdo dói nos movimentos da cadeira flexora e preventivamente não tô forçando. E dolorido nos outros dias da semana... na corrida, terça teve um aquecimento de 3km, seguido do famoso circuito pra fazer base. Exercícios e corrida, exercícios e corrida, intercalados. Foram 3 séries, intercaladas com rodagens de 2km. No final, 09km (Asics GT-2150) e uma estafa do cão, já que a rodagem foi um pouco mais forte do que deveria. Mas é que um puxa o ritmo do outro... 9min40, 9min55 e 9min24 para esses três "tirinhos" de 2km. 

Na quinta eu até tentei ir treinar, mas... chuva, trânsito e o escambau. Fui pra casa e fiz um treininho na escada do prédio, 373 degraus, 29 andares. Devo fazer pelo menos mais até a prova, a escada daqui não é excelente para treinos dessa prova, os lances são curtos demais, mas é uma ótima opção, considerando ser um prédio residencial. E estranhamente as escadas sempre estão vazias, todas pra mim... depois de subir e quase infartar, saí pra rodar na chuva, no bairro mesmo, um sobe e desce incessante, 5km em 30min (Mizuno), treinando lento e pesado

Por fim, o final de semana, com mais treino pesadão. Praça Vinícius de Moraes, mais circuitos e uma rodagem de uma hora mais ou menos, subindo e descendo, subindo e descendo ao redor da praça. O joelho esquerdo, que já tava apitando, doeu um pouco mais nas descidas (é concreto, não gosto de treinar ali) e eu tirei o pé preventivamente. Aí, no final, fui dar uma voltinha no quarteirão pra terminar a horinha e... descobri que no Morumbi é impossível dar uma voltinha no quarteirão. Esquerda,  esquerda, esquerda e... saí lá na João Jorge Saad, depois do Miguel de Cervantes, a uns 2km de distância da nossa praça... enfim, sem querer, treinei mais que o pessoal: 1h08 de treino e 12km pra conta (Mizuno Nirvana).

sábado, 7 de janeiro de 2012

Que as próximas 51 semanas sejam melhores...

... porque a primeira foi bem paradona. Sei lá, sol, chuva, leseira de início de ano... teve um 09km em 1h00 aqui perto de casa, subindo e descendo ladeira (Nike Structure), teve um treino de musculação leve na quarta e teve um 18,7km em 1h50, ritmão bem tranquilo, hoje na USP, com 06 voltas no bosque e uma biologiazinha pra fazer o corpo lembrar dela. Calçando o Asics GT, que não deu muito problema mas também não foi boa escolha, já que eu ia utilizá-lo só pra treinos mais curtos. É que eu ia rodar menos, mas aí, papo vem, papo vai, com a boa companhia do Du França, o negócio foi...

domingo, 1 de janeiro de 2012

Resumo do ano 2011

1794,8 km corridos durante todo o ano entre treinos e provas, divididos em 1414,7 km em treinos e 380,1km nas seguintes em provas: 
84km em 02 maratonas (São Paulo e o K42 de Bombinhas)
95km em 02 ultramaratonas (24hs da Virada Esportiva e 50k da North Face Endurance Challenge de Salta)
39km 01 prova de montanha (Trilhos do Almourol)
21,4km 01 prova de (Corrida da Ponte Rio-Niterói)
21,1km 01 meia-maratona (Lanzarote)
119, 6km em 10 outras provas curtas (12k Abertura Corpore, 15k de Barueri, 12k de Paranapiacaba, 15k Corpore Libbs, 10k Green Race, 12k Corrida das Torres, 10k GP Runners, 11k Maratona PA de Revezamento, 18k Night Run Ilhabela e 4,6k Integração Trilopez)

40 séries de musculação
131km na bike e 1h25 no rolo
1.000m de natação
1 vulcão de 5.550m escalado.
e o CAMPEONATO BRASILEIRO DO TIMÃO!!

Ano que elegi de descanso, sem compromisso com performance. Mesmo assim acabei fazendo 05 provas longas e minha quilometragem de corridas foi maior do que no ano passado. E baixei muito meu recorde da meia-maratona, numa daquelas provas em que se acorda "no dia perfeito". Também consegui me classificar para fazer a CCC, da Ultra Trail du Mont Blanc. E fiz provas diferentes, para me divertir, como Paranapiacaba, os Trilhos do Almourol, a Corrida da Rio-Niterói, o K42 de Bombinhas e os 50km de Salta, além de ter voltado para a Corrida das Torres. O que fiz menos foi treinos de cross-training e musculação. De resto, o de sempre, comentários sobre corrida aqui e ali, facebook, blogs, até o twitter eu usei esporadicamente.

Em 2012 mais uma vez não vou fazer a Conrades. Culpa minha, que deixei pra ver inscrição quando já estavam encerradas. Mas posso tentar a CCC, mantendo o foco nas montanhas, o que depende de minha decisão e da sorte (sorteio).

Resumo do mês - Dezembro-2011

111,6 km em treinos
17 km de bike
25,7 km em provas (meia-maratona e 4,6 km)

O pós-natal

Academia fechada, treino de base, tudo isso significa rodagem leve e algumas subidas, pra substituir, dentro do possível, a musculação. Segunda-feira pós-natal veio com um 12k, rodado a 6min/km, exceto no final, quando fiz 6 rampas da Bienal (Nike Structure). Na quarta, um pouco mais de estímulo de subida: 11k, mas com 16 rampas da Bienal em sequência. Fiquei até tonto de tanto ir e vir (Asics GT). Na sexta, fugi um pouco do Ibira e rodei perto de casa, encarando umas subidas mais longas na Ribeiro Lacerda e Oswaldo Aranha, com 10k, calçando o Nike Structure de novo. E, por fim, sabadão 31 de dezembro, não resisti à chuva matinal: imaginei o Ibirapuera vazio e fui pra lá, dar uma rodadinha de 07k, de Mizuno Nirvana. Iniciei 2011 correndo na chuva (na Dom Pedro, no meu infame Reveillon no spa) e terminei correndo na chuva. Lavei a alma. E sem a malfadada Corrida da Virada, nome que eu dou à prova que a Yescom chama de São Silvestre.